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Cora Coralina

Não sei
Não sei... se a vida é curta ou longa demais para nós,
mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso nã é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira, pura... "enquanto durar".
Cora Coralina















Hora de Brasília

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Casal 20 (Valdejá & Lourdes)

Meu filho - Iago

Minha filha - Morgana

Meus alunos




Projeto Sarau de Poesias - Cantos e Encantos


Atividade 2.3 - Experiências de navegação por hipertexto

Bom... Eu já gosto de “dirigir” à deriva...; E achei muito gostoso também “navegar” da mesma forma, principalmente por ser deste jeito mesmo: sem preocupações, sem receios de onde vou “aportar”, sem medo de errar ou de acertar (adorei isso)...
Como nem sempre temos tempo pra sair navegando por aí, totalmente à deriva, com a finalidade de explorar mesmo... Foi melhor ainda.
Mas o relógio e o tempo cismam em nos trazer pra realidade, então vamos lá... Navegando no http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto, e clicando em alguns dos vários links, percebi que meu conceito de hipertexto se expandiu.
Se bobear, a gente se perde neles, pois são tantos lugares a explorar... E um acaba ‘puxando outro’... mas, como tinha um objetivo pré-estabelecido, que era o de realizar esta atividade, não me perdi não. Cada vez que sentia que me estava ‘afastando’ muito, eu retornava ao caminho inicial, pra sair “à deriva” novamente.
Com isto, fui parar em vários lugares inusitados, às vezes dentro do próprio site, e outras pra mais longe: para outros sites e ‘me peguei’ até mesmo fazendo downloads que programas que me interessam.
O mais interessante é que, muitas vezes ao clicar num determinado link a gente não encontra o que esperava, mas continuando a navegação, nos deparamos com o que queríamos. Isso é fantástico!

Atividade 5 FICHAMENTO - análise de aula

*Nome do programa: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
fichaTecnicaAula.html?aula=481
* Áreas do conhecimento envolvidas: Alfabetização
*Breve descrição com uma síntese expressando sua opinião e as idéias suscitadas para colocar em ação posteriormente:
A construção da escrita do nome constitui-se para o ser humano uma necessidade básica. O nome da pessoa está sempre nas suas primeiras manifestações da escrita. As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir do trabalho com os nomes próprios da classe. Os três pilares básicos da alfabetização são: oralidade, leitura e escrita e por isso, devem estar interligados desde o primeiro dia de aula. Diante disto, torna-se necessário que se desenvolvam em sala de aula atividades que promovam a socialização da turma através do trabalho com os nomes, proporcionando ao educador o acesso a um instrumento de avaliação que irá detectar o conhecimento prévio que o aluno possui, quando este demonstra suas hipóteses de escrita do nome. Então, é primordial que o trabalho com o nome se inicie num primeiro momento do processo de alfabetização da criança e se estenda por um período de dois meses, podendo ser prolongado conforme a necessidade da turma. Neste sentido, objetiva-se: - Possibilitar o acesso ao conhecimento da leitura e da escrita através de atividades com o nome, estimulando a oralidade dos educandos. - Criar condições para que os educandos compreendam a leitura e seus significados, através das atividades com o nome. - Possibilitar a integração da turma, através de atividades coletivas, relacionadas aos nomes dos educandos, promovendo a socialização entre os mesmos.
Observar e registrar, diariamente, os avanços dos alunos na construção da escrita do próprio nome, bem como no reconhecimento de outros nomes. Observar o uso que os alunos fazem da escrita dos nomes para escrever outras palavras. Analisar as produções de escrita, individuais e coletivas, que abordam o tema trabalhado e assim, replanejar aulas que possam, desta forma, suprir dificuldades. Observar a participação nas atividades em sala, o relacionamento com o colega, bem como verificar o avanço, que cada aluno possui, na leitura de materiais relativos ao tema trabalhado.

Atividade 1.1 - Quem sou como professor e aprendiz

Quem sou como professor e aprendiz? A resposta deve resultar em um texto de 250 a 300 palavras, deverá ser postado na Biblioteca do e-ProInfo, no espaço Material do aluno, tema “Atividade 1.1” e subtema “Quem Sou”.
A educação contemporânea traz um novo panorama social que vem se apresentando uma mudança de civilização, mentalidade e cultura o que nos confere novos pensamentos, novas técnicas e formas de construção de conhecimento e grandes mudanças e quebra de paradigmas.
A escola não é mais a detentora e transmissora de todo o “conhecimento”, o professor não mais ensina, ele é um mediador, incentivador e orientador na busca de informações que devem servir como base para a construção colaborativa do conhecimento, onde os saberes não são mais estáticos, e sim dinâmicos. Nesta realidade, há um desafio o qual venho tentado superar.
Acredito ser um professor aprendiz, quando desperto a curiosidade dos meus alunos para a busca de informações não apenas no ambiente escolar, e também prepará-los para o uso de novos sistemas culturais de representação do pensamento, com as tecnologias que têm disponíveis. Sendo assim procuro me atualizar a cada dia, porque não somos conhecedores da verdade e sempre aprendemos muito com os colegas e os alunos.
Como professor procuro desenvolver metodologias que despertam o interesse dos alunos na busca do novo. Sabemos que a leitura é um ponto de partida para viajar no mundo da imaginação e da informação, inserir os alunos em um vôo mais alto e fantástico por meio do estudo, proporcionado pela leitura. Minhas práticas em sala de aula buscam despertar o interesse dos alunos de forma alegre para que os mesmos tenham o hábito de ler e escrever.
Além disso, procuro inteirar com os assuntos de inovações de nossos cotidianos, falamos sobre os assuntos abordados, fazemos questionamentos e contextualizamos com a realidade. Quando os alunos me abordam com questionamento procuro resolve-lo da melhor forma possível, quando faço isto, os alunos me enchem de perguntas por curiosidades, onde desta forma procuro prepará-los as novas informações que encontram na cultura fazendo uma representação.
Do mesmo modo sempre estou fazendo mudanças na maneira de ensinar conforme vou aprendendo com os meus colegas e com os alunos porque sempre tem algo importante para ser acrescentado ou mudado na minha maneira de ensinar. Temos que caminhar no conhecimento enquanto temos oportunidade e encontramos alguns alunos que desejam aprender de fato, isto nos leva a raciocinar o que a educação, tem de melhor para oferecermos aos nossos alunos.
De acordo com a evolução da tecnologia temos que procurar alcançar o melhor desta ciência que nos envolve como professor e aprendiz. Hoje em dia, os professores aprendem ao mesmo tempo em que os estudantes. E isso não diminui o valor do professor, muito pelo contrário, temos aí uma grande e infindável tarefa, pois além de dominarmos os saberes (disciplinares) e as competências pedagógicas, trocamos experiências com os colegas, para produzir e reformular conceitos, mudar a forma de ensinar.
Nesse sentido o papel do professor é o de ajudar na construção de um olhar mais crítico, possibilitar leituras diversas que conduzam uma informação tão desorganizada e difusa oferecida pela NET, para uma leitura significativa, formando um leitor com novas competências cognitivas.
Em suma, o acesso às tecnologias tem como sentido a criação de aprendizes mais flexíveis, eficazes e autônomos. Apropriar-se de novas formas de ensinar/aprender e de relacionar-se com o conhecimento essa é a meta.