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Cora Coralina

Não sei
Não sei... se a vida é curta ou longa demais para nós,
mas sei que nada do que vivemos tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso nã é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais,
mas que seja intensa, verdadeira, pura... "enquanto durar".
Cora Coralina















Hora de Brasília

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Ativ. 4 Projeto: Tudo junto e misturado, mas muito bem explicado.

Atividade 4: Experiências com a integração de tecnologias ao currículo

Disciplinas envolvidas: Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia e Vida Cidadã.

Atividades desenvolvidas:

- Língua Portuguesa: a expressão oral e escrita na elaboração de frases, textos, redações, correção ortográfica, interpretação e compreensão de textos, leitura de imagens e ampliação do vocabulário.
- Matemática, procurando desenvolver o raciocínio lógico, compreendendo que através do mesmo, os alunos estarão preparados para a compreensão de espaço e forma, grandezas e medidas e tratamento da informação.
- História, levantamento de dados através de pesquisa na Web e outras fontes; conhecendo o histórico da cidade, sua origem e atualidades além das datas comemorativas; nossa identidade cultural, valorização da nossa realidade e paralelos com nossos descendentes.
- Geografia: espaço físico e as diferentes formas pelas qual a natureza se apresenta na paisagem local sejam elas naturais ou modificadas; áreas urbanas e rurais; valorização de formas não predatórias de exploração, transformação e uso dos recursos naturais; proteção e preservação do ambiente e sua relação com a qualidade de vida e saúde; leitura inicial de mapas políticos, Atlas e globo terrestre.
- Vida Cidadã: trabalhamos a questão da ética, cidadania, respeito à autoria e preservação do espaço do outro e suas fontes, na medida em que utilizamos trabalhos do renomado artista plástico, produção do próprio vídeo e outros vídeos de diferentes autorias, respeito e valorização o trabalho do outro e do próprio também.

Objetivos da atividade:

- Promover a comunicação em suas diversas formas de expressão midiática, aproveitando toda e qualquer oportunidade para a valorização da construção do conhecimento por meio da produção, publicação e apreciação de trabalhos integrando conteúdos, as turmas da Unidade Escolar.
- Valorizar o olhar do aluno sobre as mídias e suas influências, ao mesmo tempo em que as produções dos alunos, são apresentadas para outros alunos, professores, pais e comunidade, utilizando-se diversos meios como: mostra, exposições, apresentações, projeção multimídia e publicação na Web.

Conteúdos trabalhados:

Ditado com as brincadeiras;
Produção textual;
Colagem, modelagem e recortes;
Adição e subtração;
Ética e cidadania.

Tecnologias e mídias utilizadas:

Planilhas eletrônicas, computador, vídeos, TV, data show, microfones, PowerPoint,

Duração da atividade: 10 dias (02 semanas)

Os conhecimentos:

Podemos ver claramente a mudança de comportamento dos alunos quanto à reflexão sobre tudo o que é visto, pesquisado e suas inferências na realidade vivida; percebemos a vontade de fazer sempre melhor, a criatividade sendo aflorada a cada conteúdo trabalhado e de como a tecnologia tem contribuído para o registro do conhecimento, ou melhor, da construção do conhecimento e o quanto eles têm usado a Web para mostrar, ver e compartilhar seus trabalhos, fazendo com que a auto-estima destes alunos seja resgatada e trabalhada para ser ainda melhor potencializada para objetivos educacionais.

Atitudes e procedimentos:

Trabalho de equipe onde toda comunidade escolar se envolveu, aproveitando diversos recursos de material, seja ele audiovisual, impresso, páginas de pesquisa da Web, estimulando a produção dos próprios alunos, sempre os orientando nas diferentes possibilidades de criação, e melhor ainda, publicando via Web e mostrando resultados produzidos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Ativ.3 mod.IV Curso Eproinfo 100 horas

Atividade 3: Socializando uma experiência com projeto em sala de aula

Você já vivenciou uma experiência trabalhando com projetos em sala de aula?
Ou conhece alguma experiência de trabalho com projetos em sala de aula?
Nessa atividade, cada participante deverá descrever uma experiência vivenciada ou conhecida de trabalho com projetos em sala de aula envolvendo o uso de tecnologias.

O trabalho com projetos em sala de aula traz nova significação ao currículo, tornando-o mais expressivo para realidade escolar. Propõe que no processo de aprendizagem, os saberes seja incorporados por meio do diálogo, de pesquisas e produções confirmando que o conhecimento não é estático nem imutável, buscando no fazer científico o sentido de instigar novas descobertas em um ambiente cooperativo em um espaço especial de aprendizagem.
Aprender é uma tarefa pessoal e as atividades propostas no projeto são apenas um ponto de partida, que deve proporcionar ao aluno os instrumentos para um trabalho criativo e intenso de aprendizagem. O saber constitui-se pela capacidade de reflexão, esta por sua vez exige uma série de informações, que nesse propósito, de fato ambicioso, são pesquisadas, registradas, articuladas, confrontadas com concepções prévias, socializadas e referidas a um amplo contexto: os problemas e as soluções de alguém que vive na cidade grande, tal como o aluno.
Isso sendo trabalhado em grupos com sintonia e usando as novas tecnologias como recursos para desenvolver e complementar a aprendizagem de forma prazerosa e satisfatória, considerando as tecnologias usadas como ferramentas confiáveis e com garantias da certeza do que está sendo buscado pelos estudos feitos por meio dos projetos, demonstra sucesso aprendizagem solidificada e socializada no grupo. Essas tecnologias são com certeza o computador com seus periféricos, câmera fotográfica, TVs e vários outros usados no momento.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Atividade 2 Mod.IV Curso Eproinfo 100 horas

Compartilhando possibilidades de contribuições das tecnologias.

Nessa atividade, cada participante deverá explicitar alguma característica das tecnologias de informação e comunicação que poderá trazer significativas contribuições ao integrá-las à sua prática pedagógica. Ao mesmo tempo, também conhecerá as características apontadas pelos colegas do curso, criando, com isso, uma rede de reflexão coletiva da turma.
A necessidade de comunicação é algo que está presente na vida do ser humano desde os tempos mais remotos. Trocar informações, registrar fatos, expressar idéias e emoções são fatores que contribuíram para a evolução das formas de se comunicar.
Com o passar do tempo, o homem foi aperfeiçoando cada vez mais sua capacidade de se relacionar e conforme as necessidades foram surgindo, ele foi se adaptando a elas e com isso a comunicação foi evoluindo.
Mas, seria a transmissão de informações a primeira função da comunicação? Decerto que sim, mas em um nível mais fundamental o ato de comunicação define a situação que vai dar sentido às mensagens trocadas. A circulação de informações é, muitas vezes, apenas um pretexto para a confirmação recíproca do estado de uma relação entre seres humanos.
Atualmente, os sistemas de informação e as redes de computadores têm desempenhado um importantíssimo papel na comunicação corporativa, pois é através dessas ferramentas que a comunicação flui sem barreira. Novas maneiras de pensar e de conviver estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. As relações entre os homens, o trabalho, a própria inteligência dependem na verdade, da metamorfose incessante de dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição, criação e aprendizagem são capturadas por uma informática cada vez mais avançada.
A evolução da tecnologia da informação tem sido gigantesca, vários sistemas corporativos foram criados, como, por exemplo, o e-mail, a agenda de grupo on-line, etc. Ainda neste contexto, pode-se considerar a descoberta da Internet como um grande marco e um dos avanços mais significativos, pois através dela vários outros sistemas de comunicação foram criados.
Hoje existem várias tecnologias que viabilizam a comunicação, porém, o que vai agregar maior peso a essas tecnologias é a integração, a colaboração de cada uma delas.
Vivemos na Era da Informação e do Conhecimento, um mundo novo, onde trabalho físico é feito pelas máquinas, cabendo ao homem a tarefa para a qual é insubstituível: ser criativo, ter idéias. A era da informação há algumas décadas vem sendo superada pela onda do conhecimento. Como o aumento da quantidade de informação disponibilizada pelos meios informatizados vem crescendo exponencialmente, agora, a questão está centrada em como gerir este mundo de informações e retirar dele o subsídio para a tomada de decisão.
Desenvolver competências e habilidades na busca, tratamento e armazenamento da informação transformam-se num diferencial competitivo dos indivíduos nas corporações.
A Tecnologia da Informação (TI) tem um papel significativo na criação desse ambiente colaborativo e posteriormente a uma Gestão do Conhecimento. No entanto, é importante ressaltar que a tecnologia da informação desempenha seu papel apenas promovendo a infra-estrutura, pois o trabalho colaborativo e a gestão do conhecimento envolvem também aspectos humanos, culturais e de gestão.
Hoje, o foco da Tecnologia da Informação mudou, tanto que o termo TI passou a ser utilizado como TIC - Tecnologia da Informação e Comunicação. E dentro desse universo, novas idéias como colaboração e Gestão do Conhecimento poderão ser edificadas, porém, mais uma vez é importante enfatizar que nenhuma infra-estrutura por si só promoverá a colaboração entre as pessoas, essa atitude faz parte de uma cultura que deverá ser disseminada por toda a organização, é necessário uma grande mudança de paradigma.
Dessa forma usando a comunicação e a informação por meio das tecnologias como recurso didático no processo de ensino e aprendizagem, encontramos algumas características como a agilidade no processo, ambiente e ferramentas colaborativas, interação das partes para o todo, interesse, prazer, gosto, dedicação e resultados mais rápidos.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Atividade 1 Mod. IV Curso Eproinfo 100 horas

Atividade 1: Pensando sobre as possíveis mudanças
Considerando as questões colocadas no reflita da página 1 desta unidade, identifique as possíveis mudanças que podem ocorrer nos processos de ensino e aprendizagem.

Com as inovações tecnológicas a educação atualmente integra o uso de vários recursos midiáticos dentro ou fora de um determinado ambiente virtual para criar situações de aprendizagem que possam favorecer o aluno a transformar as informações em conhecimento. Nessa perspectiva Piaget afirma que o conhecimento tão pouco se encontra totalmente determinado pela mente do indivíduo. É, na verdade, o produto de uma interação entre esses dois elementos, o sujeito e o objeto, pois na medida em que o sujeito age e sofre a ação do objeto, sua capacidade de conhecer se desenvolve para produzir o próprio conhecimento. A utilização dos recursos tecnológicos é de suma importância para que o tempo e o espaço passem a ser aliados dos docentes e discentes e para que se torne possível estabelecer critérios dentro de um espaço virtual que promova interatividade e consequentemente condições do aluno apropriar-se de novos saberes. A necessidade de trabalhar novas ferramentas de interação no espaço virtual é um desafio didático-pedagógico, quando bem analisadas e planejadas, promovem a autonomia e a flexibilização do espaço-tempo do aluno. Contudo, para que elas se tornem elementos fundamentais na mediatização dos processos de ensino e de aprendizagem, é necessário um norte pedagógico para o desenvolvimento de atividades educativas dessa natureza. Dessa foram pode acontecer algumas mudanças como:

O professor tem um grande leque de opções metodológicas, de possibilidades de organizar sua comunicação com os alunos, de introduzir um tema, de trabalhar com os alunos presencial e virtualmente, de avaliá-los.

Cada docente pode encontrar sua forma mais adequada de integrar as várias tecnologias e procedimentos metodológicos. Mas também é importante que amplie que aprenda a dominar as formas de comunicação interpessoal/grupal e as de comunicação audiovisual/telemática.

Não se trata de dar receitas, porque as situações são muito diversificadas. É importante que cada docente encontre o que lhe ajuda mais a sentir-se bem, a comunicar-se bem, ensinar bem , ajudar os alunos a que aprendam melhor. É importante diversificar as formas de dar aula, de realizar atividades, de avaliar.

Com a Internet podemos modificar mais facilmente a forma de ensinar e aprender tanto nos cursos presenciais como nos a distância. São muitos os caminhos, que dependerão da situação concreta em que o professor se encontrar: número de alunos, tecnologias disponíveis, duração das aulas, quantidade total de aulas que o professor dá por semana, apoio institucional. Alguns parecem ser atualmente, mais viáveis e produtivos.

No começo procurar estabelecer uma relação empática com os alunos, procurando conhecê-los, fazendo um mapeamento dos seus interesses, formação e perspectivas futuras. A preocupação com os alunos, a forma de relacionar-nos com eles é fundamental para o sucesso pedagógico. Os alunos captam se o professor gosta de ensinar e principalmente se gosta deles e isso facilita a sua prontidão para aprender.

Vale a pena descobrir as competências dos alunos que temos em cada classe, que contribuições podem dar ao nosso curso. Não vamos impor um projeto fechado de curso, mas um programa com as grandes diretrizes delineadas e aonde vamos construindo caminhos de aprendizagem em cada etapa, estando atentos - professor e alunos - para avançar da forma mais rica possível em cada momento.

É importante mostrar aos alunos o que vamos ganhar ao longo do semestre, por que vale a pena estar juntos. Procurar motivá-los para aprender, para avançar, para a importância da sua participação, para o processo de aula-pesquisa e para as tecnologias que iremos utilizar entre elas a Internet.

O professor pode criar uma página pessoal na Internet, como espaço virtual de encontro e divulgação, um lugar de referência para cada matéria e para cada aluno. Essa página pode ampliar o alcance do trabalho do professor, de divulgação de suas idéias e propostas, de contato com pessoas fora da universidade ou escola. Num primeiro momento a página pessoal é importante como referência virtual, como ponto de encontro permanente entre ele e os alunos. A página pode ser aberta a qualquer pessoa ou só para os alunos, dependerá de cada situação. O importante é que professor e alunos tenham um espaço, além do presencial, de encontro e visibilização virtual.

Hoje começamos a ter acesso a programas que facilitam a criação de ambientes virtuais, que colocam alunos e professores juntos na Internet. Programas como o Eureka da PUC de Curitiba, o LearningSpace da Lotus-IBM, o WEBCT, o Aulanet da PUC do Rio de Janeiro, o FirstClass, o Blackboard e outros semelhantes permitem que o Professor disponibilize o seu curso, oriente as atividades dos alunos, e que estes criem suas páginas, participem de pesquisa em grupos, discutam assuntos em fóruns ou chats. O curso pode ser construído aos poucos, as interações ficam registradas, as entradas e saídas dos alunos monitoradas. O papel do professor se amplia significativamente. Do informador, que dita conteúdo, se transforma em orientador de aprendizagem, em gerenciador de pesquisa e comunicação, dentro e fora da sala de aula, de um processo que caminha para ser semi-presencial, aproveitando o melhor do que podemos fazer na sala de aula e no ambiente virtual.

O professor, tendo uma visão pedagógica inovadora, aberta, que pressupõe a participação dos alunos, pode utilizar algumas ferramentas simples da Internet para melhorar a interação presencial-virtual entre todos.

Em relação à Internet, procurar que os alunos dominem as ferramentas da WEB, que aprendam a navegar e que todos tenham seu endereço eletrônico (e-mail). Com os e-mails de todos criar uma lista interna de cada turma ou um fórum.

A lista eletrônica interna ajuda a criar uma conexão virtual permanente entre o professor e os alunos, a levar informações importantes para o grupo, orientação bibliográfica, de pesquisa, a dirimir dúvidas, a trocarmos sugestões, envio de textos, de trabalhos.

A lista eletrônica é um novo campo de interação que se acrescenta ao que começa na sala de aula, no contato físico e que depende dele. Se houver interação real na sala, a lista acrescenta uma nova dimensão, mais rica. Se no presencial houver pouca interação, provavelmente também não a haverá no virtual.

Podemos transformar uma parte das aulas em processos contínuos de informação, comunicação e de pesquisa, onde vamos construindo o conhecimento equilibrando o individual e o grupal, entre o professor-coordenador-facilitador e os alunos-participantes ativos. Aulas-informação, onde o professor mostra alguns cenários, algumas sínteses, o estado da arte, as coordenadas de uma questão ou tema. Aulas-pesquisa, onde professores e alunos procuram novas informações, cercar um problema, desenvolver uma experiência, avançar em um campo que não conhecemos. O professor motiva, incentiva, dá os primeiros passos para sensibilizar o aluno para o valor do que vamos fazer, para a importância da participação do aluno neste processo. Aluno motivado e com participação ativa avança mais, facilita todo o nosso trabalho. O papel do professor agora é o de gerenciador do processo de aprendizagem, é o coordenador de todo o andamento, do ritmo adequado, o gestor das diferenças e das convergências.

Uma proposta viável é escolher os temas fundamentais do curso e trabalhá-los mais coletivamente e os secundários ou pontuais pesquisá-los mais individualmente ou em pequenos grupos.

Os grandes temas da matéria são coordenados pelo professor, iniciados pelo professor, motivados pelo professor, mas pesquisados pelos alunos, às vezes todos simultaneamente; às vezes, em grupos; às vezes, individualmente. A pesquisa grupal na Internet pode começar de forma aberta, dando somente o tema sem referências a sites específicos, para que os alunos procurem de acordo com a sua experiência e conhecimento prévio. Isso permite ampliar o leque de opções de busca, a variedade de resultados, a descoberta de lugares desconhecidos pelo professor. Eles vão gravando os endereços, artigos e imagens mais interessantes em disquete e também fazem anotações escritas, com rápidos comentários sobre o que estão salvando O professor incentiva a troca constante de informações, a comunicação, mesmo parcial, dos resultados que vão sendo obtidos, para que todos possam se beneficiar dos achados dos colegas. É mais importante aprender através da colaboração, da cooperação do que da competição. O professor estará atento aos vários ritmos, às descobertas, servirá de elo entre todos, será o divulgador de achados, o problematizador e principalmente o incentivador. Depois de um tempo, ele coordena a síntese das buscas feitas, organiza os resultados, os caminhos que parecem mais promissores.

Passa-se, num segundo momento, à pesquisa mais focada, mais específica, a partir dos resultados anteriores. O mesmo tema vai ser pesquisado no mesmo endereço, de forma semelhante por todos. É uma forma de aprofundar os dados conseguidos anteriormente e evitar o alto grau de entropia e dispersão que pode acontecer na etapa anterior da pesquisa aberta. Como na etapa anterior é importante a troca de informações, a divulgação dos principais achados. Há vários caminhos para aprofundar as pesquisas: Do simples ao complexo, do geral ao específico, do aberto ao dirigido, focado. Os temas podem ser aprofundados como em ondas, cada vez mais ricas, abertas, aprofundadas. Os alunos comunicam os resultados da pesquisa. O professor os ajuda a fazer a síntese do que encontraram.

O professor atua como coordenador, motivador, elo de união do grupo. Os textos e materiais que parecem mais promissores são salvos, impressos ou enviados por e-mail para cada aluno. Faz-se uma síntese dos materiais coletados, das idéias percebidas, das questões levantadas e se pede que todos leiam esses materiais que parecem mais importantes para a próxima aula, numa leitura mais aprofundada e que sirva como elo com a próxima etapa de uma discussão mais rica, com conhecimento de causa. Os melhores textos e materiais podem ser incorporados à bibliografia do curso. O professor utilizou uma parte do material preparado de antemão (planejamento) e o enriqueceu com as novas contribuições da pesquisa grupal (construção cooperativa). Assim o papel do aluno não é o de "tarefeiro", o de executar atividades, mas o de co-pesquisador, responsável pela riqueza, qualidade e tratamento das informações coletadas. O professor está atento às descobertas, às dúvidas, ao intercâmbio das informações (os alunos pesquisam, escolhem, imprimem), ao tratamento das informações. O professor ajuda, problematiza, incentiva, relaciona.

Ao mesmo tempo, o professor coordena a escolha de temas ou questões mais específicos, que são selecionados ou propostos pelos alunos, dentro dos parâmetros propostos pelo professor e que serão desenvolvidos individualmente ou em pequenos grupos. É interessante que os alunos escolham algum assunto dentro do programa que esteja mais próximo do que eles valorizam mais. Quanto mais jovens são os alunos, mais curto deve ser o tempo entre o planejamento e a execução das pesquisas. Nas datas combinadas, as pesquisas são apresentadas verbalmente para a classe, trazem um resumo escrito para a aula ou o enviam pela lista interna para todos os participantes. Alunos e professor perguntam, complementam, participam.

O professor procura ajudar a contextualizar, a ampliar o universo alcançado pelos alunos, a problematizar, a descobrir novos significados no conjunto das informações trazidas. Esse caminho de ida e volta, onde todos se envolvem, participam - na sala de aula, na lista eletrônica e na home page - é fascinante, criativo, cheio de novidades e de avanços. O conhecimento que é elaborado a partir da própria experiência se torna muito mais forte e definitivo em nós.

A Internet favorece a construção cooperativa e colaborativa, o trabalho conjunto entre professores e alunos, próximos física ou virtualmente. Podemos participar de uma pesquisa em tempo real, de um projeto entre vários grupos, de uma investigação sobre um problema de atualidade.

Uma das formas mais interessantes de trabalhar hoje colaborativamente é criar uma página dos alunos, como um espaço virtual de referência, onde vamos construindo e colocando o que acontece de mais importante no curso, os textos, os endereços, as análises, as pesquisas. Pode ser um site provisório, interno, sem divulgação, que eventualmente poderá ser colocado a disposição do público externo. Pode ser também um conjunto de sites individuais ou de pequenos grupos que se visibilizam quando os alunos acharem conveniente. Não deve ser obrigatória a criação da página, mas incentivar a que todos participem e a construam. O formato, colocação e atualização podem ficar a cargo de um pequeno grupo de alunos.

O importante é combinar o que podemos fazer melhor em sala de aula: conhecer-nos, motivar-nos, reencontrar-nos, com o que podemos fazer a distância pela lista - comunicar-nos quando for necessário e também acessar aos materiais construídos em conjunto na home-page, na hora em que cada um achar conveniente.

É importante neste processo dinâmico de aprender pesquisando, utilizar todos os recursos, todas as técnicas possíveis por cada professor, por cada instituição, por cada classe: integrar as dinâmicas tradicionais com as inovadoras, a escrita com o audiovisual, o texto seqüencial com o hipertexto, o encontro presencial com o virtual.

O que muda no papel do professor? Muda a relação de espaço, tempo e comunicação com os alunos. O espaço de trocas aumenta da sala de aula para o virtual. O tempo de enviar ou receber informações se amplia para qualquer dia da semana. O processo de comunicação se dá na sala de aula, na internet, no e-mail, no chat. É um papel que combina alguns momentos do professor convencional - às vezes é importante dar uma bela aula expositiva - com mais momentos de gerente de pesquisa, de estimulador de busca, de coordenador dos resultados. É um papel de animação e coordenação muito mais flexível e constante, que exige muita atenção, sensibilidade, intuição (radar ligado) e domínio tecnológico.

Caminhamos para formas de gestão menos centralizadas, mais flexíveis, integradas. Para estruturas mais enxutas. Menos pessoas, trabalhando mais sinergicamente. Haverá maior participação dos professores, alunos, pais, da comunidade na organização, gerenciamento, atividades, rumos de cada instituição escolar.

Está em curso uma reorganização física dos prédios. Menos quantidade de salas de aula e mais funcionais. Todas elas com acesso à Internet. Os alunos começam a utilizar o note book para pesquisa, busca de novos materiais, para solução de problemas. O professor também está mais conectado em casa e na sala de aula e com recursos tecnológicos para exibição de materiais de apoio para motivar os alunos e ilustrar as suas idéias. Teremos mais ambientes de pesquisa grupal e individual em cada escola; as bibliotecas se convertem em espaços de integração de mídias, software e bancos de dados.

Os processos de comunicação tendem a ser mais participativos. A relação professor-aluno mais aberta, interativa. Haverá uma integração profunda entre a sociedade e a escola, entre a aprendizagem e a vida. A aula não é um espaço de inado; mas tempo e espaço contínuos de aprendizagem. Os cursos serão híbridos no estilo, presença, tecnologias, requisitos. Haverá muito mais flexibilidade em todos os sentidos. Uma parte das matérias será predominantemente presencial e outra predominantemente virtual. O importante é aprender e não impor um padrão único de ensinar.

Com o aumento da velocidade e de largura de banda, ver-se e ouvir-se a distância será corriqueiro. O professor poderá dar uma parte das aulas da sua sala e será visto pelos alunos onde eles estiverem. Em uma parte da tela do aluno aparecerá a imagem do professor, ao lado um resumo do que está falando. O aluno poderá fazer perguntas no modo chat ou sendo visto, com autorização do professor, por este e pelos colegas. Essas aulas ficarão gravadas e os alunos poderão acessá-las off-line, quando acharem conveniente.

Haverá uma integração maior das tecnologias e das metodologias de trabalhar com o oral, a escrita e o audiovisual. Não precisaremos abandonar as formas já conhecidas pelas tecnologias telemáticas, só porque estão na moda. Integraremos as tecnologias novas e as já conhecidas. As utilizaremos como mediação facilitadora do processo de ensinar e aprender participativamente.

.Haverá uma mobilidade constante de grupos de pesquisa, de professores participantes em determinados momentos, professores da mesma instituição e de outras.

Podemos ensinar e aprender com programas que incluam o melhor da educação presencial com as novas formas de comunicação virtual. Há momentos em que vale a pena encontrar-nos fisicamente,- no começo e no final de um assunto ou de um curso. Há outros em que aprendemos mais estando cada um no seu espaço habitual, mas conectados com os demais colegas e professores, para intercâmbio constante, tornando real o conceito de educação permanente.

Como regra geral, podemos encontrar-nos fisicamente no começo e no final de um novo tema, de um assunto importante. No início, para colocar esse tema dentro de um contexto maior, para motivar os alunos, para que percebam o que vamos pesquisar e para organizar como vamos pesquisá-lo. Os alunos, iniciados ao novo tema e motivados, o pesquisam, sob a supervisão do professor e voltam a aula depois de um tempo para trazer os resultados da pesquisa, para colocá-los em comum.

É o momento final do processo, de trabalhar em cima do que os alunos apresentaram, de complementar, questionar, relacionar o tema com os demais.

Vale a pena encontrar-nos no início de um processo específico de aprendizagem e no final, na hora da troca, da contextualização. Iniciar o processo presencialmente. O professor estimula, motiva. Coloca uma questão, um problema, uma situação real. Os alunos pesquisam com a supervisão dele. Uma parte das aulas pode ser substituída por acompanhamento, monitoramento de pesquisa, onde o professor dá subsídios para os alunos irem além das primeiras descobertas, para ajudá-los nas suas dúvidas. Isso pode ser feito pela Internet, por telefone ou pelo contato pessoal com o professor.

Se temos dificuldades no ensino presencial, não as resolveremos com o virtual. Se olhando-nos, estando juntos temos problemas sérios não resolvidos no processo de ensino-aprendizagem, não será "espalhando-nos" e "conectando-nos" que vamos solucioná-los automaticamente.

Podemos tentar a síntese dos dois modos de comunicação: o presencial e o virtual, valorizando o melhor de cada um deles. Aproveitar o melhor dos dois modos de estar.

Estar juntos fisicamente é importante em determinados momentos fortes: conhecer-nos, criar elos, confiança, afeto. Conectados, para realizar trocas mais rápidas, cômodas e práticas.

Realizar atividades que fazemos melhor no presencial: comunidades, criar grupos afins (por algum critério específico)

Definir objetivos, conteúdos, formas de pesquisa de temas novos, de cursos novos. Traçar cenários, passar as informações iniciais necessárias para situar-nos diante de um novo assunto ou questão a ser pesquisada.

A comunicação virtual permite interações espaços-temporais mais livres;

A adaptação a ritmos diferentes dos alunos;

Novos contatos com pessoas semelhantes, fisicamente distantes;

Maior liberdade de expressão a distancia.

Certas formas de comunicação as conseguimos fazer melhor a distancia, por dificuldades culturais e educacionais de abrir-nos no presencial.

Na medida em que avançam as tecnologias de comunicação virtual, o conceito de presencialidade também se altera. Podemos ter professores externos compartilhando determinadas aulas, um professor de fora "entrando" por videoconferência na minha aula. Haverá um intercâmbio muito maior de professores, onde cada um colabora em algum ponto específico, muitas vezes a distância.

O conceito de curso, de aula também muda. Hoje entendemos por aula um espaço e tempo determinado. Esse tempo e espaço cada vez serão mais flexíveis. O professor continua "dando aula" quando está disponível para receber e responder mensagens dos alunos, quando cria uma lista de discussão e alimenta continuamente os alunos com textos, páginas da Internet, fora do horário específico da sua aula. Há uma possibilidade cada vez mais acentuada de estarmos todos os presentes em muitos tempos e espaços diferentes, quando tanto professores quanto os alunos estão motivados e entendem a aula como pesquisa e intercâmbio, supervisionados, animados, incentivados pelo professor.

As crianças terão muito mais contato físico, pela necessidade de socialização, de interação. Mas nos cursos médios e superiores, o virtual superará o presencial. Haverá uma grande reorganização das escolas. Edifícios menores. Menos salas de aula e mais salas ambiente, salas de pesquisa, de encontro, interconectadas. A casa, o escritório será o lugar de aprendizagem.

Poderemos também oferecer cursos predominantemente presenciais e outros predominantemente virtuais. Isso dependerá do tipo de matéria, das necessidades concretas de cobrir falta de profissionais em áreas específicas ou de aproveitar melhor especialistas de outras instituições que seria difícil contratarem.

Caminhamos rapidamente para processos de ensino-aprendizagem totalmente audiovisuais e interativos. Veremos-nos, ouviremos, escreveremos simultaneamente, com facilidade, a um custo baixo, às vezes em grupos grandes, em outros em grupos pequenos ou de dois em dois.

Estamos numa fase de transição na educação a distância. Muitas organizações estão limitando-se a transpor para as virtuais adaptações do ensino presencial (aula multiplicada ou disponibilizada). Há um predomínio de interação virtual fria (formulários, rotinas, provas, e-mail) e alguma interação on-line. Começamos a passar dos modelos predominantemente individuais para os grupais. A educação a distância mudará radicalmente de concepção, de individualista para mais grupal, de utilização predominantemente isolada para utilização participativa, em grupos. Das mídias unidirecionais, como o jornal, a televisão e o rádio, caminhamos para mídias mais interativas. Da comunicação off-line evoluímos para um mix de comunicação off e on-line (em tempo real).

Educação a distância não é só um "fast-food" aonde o aluno vai lá e se serve de algo pronto. Educação a distância é ajudar os participantes a que equilibrem as necessidades e habilidades pessoais com a participação em grupos -presenciais e virtuais - onde avançamos rapidamente, trocamos experiências, dúvidas e resultados. Iremos combinando daqui em diante cursos presenciais com virtuais, uma parte dos cursos presenciais será feita virtualmente. Uma parte dos cursos a distância será feita de forma presencial ou virtual-presencial, vendo-nos e ouvindo-nos. Períodos de pesquisa mais individual com outros de pesquisa e comunicação conjunta. Alguns cursos poderão fazê-los sozinhos com a orientação virtual de um tutor e em outros será importante compartilhar vivências, experiências, idéias.

A internet está caminhando para ser audiovisual, para transmissão em tempo real de som e imagem (tecnologias streaming). Cada vez será mais fácil fazer integrações mais profundas entre TV e WEB. Enquanto assiste a determinado programa, o telespectador começa a poder acessar simultaneamente as informações que achar interessantes sobre o programa, acessando o site da programadora na Internet ou outros bancos de dados.

As possibilidades educacionais que se abrem são fantásticas. Com o alargamento da banca de transmissão como acontece na TV a cabo torna-se mais fácil poder ver-nos e ouvir-nos a distância. Muitos cursos poderão ser realizados a distância com som e imagem, principalmente cursos de atualização, extensão. As possibilidades de interação serão diretamente proporcionais ao número de pessoas envolvidas.

Teremos aulas a distância com possibilidade de interação on-line e aulas presenciais com interação a distância.

Algumas organizações e cursos oferecerão tecnologias avançadas dentro de uma visão conservadora (lucro, multiplicação)

O ensino será um mix de tecnologias com momentos presenciais, outros de ensino on-line, adaptação ao ritmo pessoal, mais interação grupal, avaliação mais personalizada (com níveis diferenciados de visão pedagógica)

Outras organizações oferecerão tecnologias de ponta com visão pedagógica avançada (cursos de elite, subsidiados).

O processo mais lento do que se espera. Iremos mudando aos poucos, tanto no presencial como na educação à distância. Há uma grande desigualdade econômica, de acesso, de maturidade, de motivação das pessoas. Alguns estão prontos para a mudança, outros muitos não. É difícil mudar padrões adquiridos (gerenciais, atitudinais) das organizações, governos, dos profissionais e da sociedade.

Ensinar com as novas mídias será uma revolução, se mudarmos simultaneamente os paradigmas convencionais do ensino, que mantêm distantes professores e alunos. Caso contrário conseguirá dar um verniz de modernidade, sem mexer no essencial. A Internet é um novo meio de comunicação, ainda incipiente, mas que pode ajudar-nos a rever, a ampliar e a modificar muitas das formas atuais de ensinar e de aprender.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Experiências com navegação

Bom... Eu já gosto de “dirigir” à deriva...; E achei muito gostoso também “navegar” da mesma forma, principalmente por ser deste jeito mesmo: sem preocupações, sem receios de onde vou “aportar”, sem medo de errar ou de acertar (adorei isso)...
Como nem sempre temos tempo pra sair navegando por aí, totalmente à deriva, com a finalidade de explorar mesmo... Foi melhor ainda.
Mas o relógio e o tempo cismam em nos trazer pra realidade, então vamos lá... Navegando no http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto, e clicando em alguns dos vários links, percebi que meu conceito de hipertexto se expandiu.
Se bobear, a gente se perde neles, pois são tantos lugares a explorar... E um acaba ‘puxando outro’... mas, como tinha um objetivo pré-estabelecido, que era o de realizar esta atividade, não me perdi não. Cada vez que sentia que me estava ‘afastando’ muito, eu retornava ao caminho inicial, pra sair “à deriva” novamente.
Com isto, fui parar em vários lugares inusitados, às vezes dentro do próprio site, e outras pra mais longe: para outros sites e ‘me peguei’ até mesmo fazendo downloads que programas que me interessam.
O mais interessante é que, muitas vezes ao clicar num determinado link a gente não encontra o que esperava, mas continuando a navegação, nos deparamos com o que queríamos. Isso é fantástico!

Tecnologias na escola

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Casal 20 (Valdejá & Lourdes)

Meu filho - Iago

Minha filha - Morgana

Meus alunos




Projeto Sarau de Poesias - Cantos e Encantos


Atividade 2.3 - Experiências de navegação por hipertexto

Bom... Eu já gosto de “dirigir” à deriva...; E achei muito gostoso também “navegar” da mesma forma, principalmente por ser deste jeito mesmo: sem preocupações, sem receios de onde vou “aportar”, sem medo de errar ou de acertar (adorei isso)...
Como nem sempre temos tempo pra sair navegando por aí, totalmente à deriva, com a finalidade de explorar mesmo... Foi melhor ainda.
Mas o relógio e o tempo cismam em nos trazer pra realidade, então vamos lá... Navegando no http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto, e clicando em alguns dos vários links, percebi que meu conceito de hipertexto se expandiu.
Se bobear, a gente se perde neles, pois são tantos lugares a explorar... E um acaba ‘puxando outro’... mas, como tinha um objetivo pré-estabelecido, que era o de realizar esta atividade, não me perdi não. Cada vez que sentia que me estava ‘afastando’ muito, eu retornava ao caminho inicial, pra sair “à deriva” novamente.
Com isto, fui parar em vários lugares inusitados, às vezes dentro do próprio site, e outras pra mais longe: para outros sites e ‘me peguei’ até mesmo fazendo downloads que programas que me interessam.
O mais interessante é que, muitas vezes ao clicar num determinado link a gente não encontra o que esperava, mas continuando a navegação, nos deparamos com o que queríamos. Isso é fantástico!

Atividade 5 FICHAMENTO - análise de aula

*Nome do programa: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/
fichaTecnicaAula.html?aula=481
* Áreas do conhecimento envolvidas: Alfabetização
*Breve descrição com uma síntese expressando sua opinião e as idéias suscitadas para colocar em ação posteriormente:
A construção da escrita do nome constitui-se para o ser humano uma necessidade básica. O nome da pessoa está sempre nas suas primeiras manifestações da escrita. As crianças que estão se alfabetizando podem e devem aprender muitas coisas a partir do trabalho com os nomes próprios da classe. Os três pilares básicos da alfabetização são: oralidade, leitura e escrita e por isso, devem estar interligados desde o primeiro dia de aula. Diante disto, torna-se necessário que se desenvolvam em sala de aula atividades que promovam a socialização da turma através do trabalho com os nomes, proporcionando ao educador o acesso a um instrumento de avaliação que irá detectar o conhecimento prévio que o aluno possui, quando este demonstra suas hipóteses de escrita do nome. Então, é primordial que o trabalho com o nome se inicie num primeiro momento do processo de alfabetização da criança e se estenda por um período de dois meses, podendo ser prolongado conforme a necessidade da turma. Neste sentido, objetiva-se: - Possibilitar o acesso ao conhecimento da leitura e da escrita através de atividades com o nome, estimulando a oralidade dos educandos. - Criar condições para que os educandos compreendam a leitura e seus significados, através das atividades com o nome. - Possibilitar a integração da turma, através de atividades coletivas, relacionadas aos nomes dos educandos, promovendo a socialização entre os mesmos.
Observar e registrar, diariamente, os avanços dos alunos na construção da escrita do próprio nome, bem como no reconhecimento de outros nomes. Observar o uso que os alunos fazem da escrita dos nomes para escrever outras palavras. Analisar as produções de escrita, individuais e coletivas, que abordam o tema trabalhado e assim, replanejar aulas que possam, desta forma, suprir dificuldades. Observar a participação nas atividades em sala, o relacionamento com o colega, bem como verificar o avanço, que cada aluno possui, na leitura de materiais relativos ao tema trabalhado.

Atividade 1.1 - Quem sou como professor e aprendiz

Quem sou como professor e aprendiz? A resposta deve resultar em um texto de 250 a 300 palavras, deverá ser postado na Biblioteca do e-ProInfo, no espaço Material do aluno, tema “Atividade 1.1” e subtema “Quem Sou”.
A educação contemporânea traz um novo panorama social que vem se apresentando uma mudança de civilização, mentalidade e cultura o que nos confere novos pensamentos, novas técnicas e formas de construção de conhecimento e grandes mudanças e quebra de paradigmas.
A escola não é mais a detentora e transmissora de todo o “conhecimento”, o professor não mais ensina, ele é um mediador, incentivador e orientador na busca de informações que devem servir como base para a construção colaborativa do conhecimento, onde os saberes não são mais estáticos, e sim dinâmicos. Nesta realidade, há um desafio o qual venho tentado superar.
Acredito ser um professor aprendiz, quando desperto a curiosidade dos meus alunos para a busca de informações não apenas no ambiente escolar, e também prepará-los para o uso de novos sistemas culturais de representação do pensamento, com as tecnologias que têm disponíveis. Sendo assim procuro me atualizar a cada dia, porque não somos conhecedores da verdade e sempre aprendemos muito com os colegas e os alunos.
Como professor procuro desenvolver metodologias que despertam o interesse dos alunos na busca do novo. Sabemos que a leitura é um ponto de partida para viajar no mundo da imaginação e da informação, inserir os alunos em um vôo mais alto e fantástico por meio do estudo, proporcionado pela leitura. Minhas práticas em sala de aula buscam despertar o interesse dos alunos de forma alegre para que os mesmos tenham o hábito de ler e escrever.
Além disso, procuro inteirar com os assuntos de inovações de nossos cotidianos, falamos sobre os assuntos abordados, fazemos questionamentos e contextualizamos com a realidade. Quando os alunos me abordam com questionamento procuro resolve-lo da melhor forma possível, quando faço isto, os alunos me enchem de perguntas por curiosidades, onde desta forma procuro prepará-los as novas informações que encontram na cultura fazendo uma representação.
Do mesmo modo sempre estou fazendo mudanças na maneira de ensinar conforme vou aprendendo com os meus colegas e com os alunos porque sempre tem algo importante para ser acrescentado ou mudado na minha maneira de ensinar. Temos que caminhar no conhecimento enquanto temos oportunidade e encontramos alguns alunos que desejam aprender de fato, isto nos leva a raciocinar o que a educação, tem de melhor para oferecermos aos nossos alunos.
De acordo com a evolução da tecnologia temos que procurar alcançar o melhor desta ciência que nos envolve como professor e aprendiz. Hoje em dia, os professores aprendem ao mesmo tempo em que os estudantes. E isso não diminui o valor do professor, muito pelo contrário, temos aí uma grande e infindável tarefa, pois além de dominarmos os saberes (disciplinares) e as competências pedagógicas, trocamos experiências com os colegas, para produzir e reformular conceitos, mudar a forma de ensinar.
Nesse sentido o papel do professor é o de ajudar na construção de um olhar mais crítico, possibilitar leituras diversas que conduzam uma informação tão desorganizada e difusa oferecida pela NET, para uma leitura significativa, formando um leitor com novas competências cognitivas.
Em suma, o acesso às tecnologias tem como sentido a criação de aprendizes mais flexíveis, eficazes e autônomos. Apropriar-se de novas formas de ensinar/aprender e de relacionar-se com o conhecimento essa é a meta.